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PARA MUDAR O BRASIL, COMECE
CONSTUINDO SEU CENTRO ACADÊMICO
O Diretório Central dos Estudantes – DCE UNIDERP
2009 traz ao bojo desse projeto a importância da construção do movimento
estudantil dentro de uma Instituição de Ensino.
O movimento estudantil, embora não seja considerado
um movimento popular, dada a origem dos sujeitos envolvidos, que, nos
primórdios desse movimento, pertenciam, em sua maioria, a chamada classe
pequeno burguesa, é um movimento de caráter social e de massa.
É a expressão política das tensões que permeiam o
sistema dependente como um todo e não apenas a expressão ideológica de uma
classe ou visão de mundo. Em 1967, no Brasil, sob a conjuntura da ditadura
militar, esse movimento inicia um processo de reorganização, como a única força
não institucionalizada de oposição política.
A história mostra como esse movimento constitui
força auxiliar do processo de transformação social ao polarizar as tensões que
se desencadearam no núcleo do sistema dependente. O movimento estudantil é o
produto social e a expressão política das tensões latentes e difusas na
sociedade.
Sua ação histórica e sociológica tem sido a de
absorver e radicalizar tais tensões. Sua grande capacidade de organização e
arregimentação foi capaz de colocar cem mil pessoas na rua, quando da passeata
dos cem mil, em 1968. Ademais, a histórica resistência da União Nacional dos
Estudantes (UNE), como entidade representativa dos estudantes, é exemplar.
Concebida, em 1910, no I Congresso Nacional de Estudantes, em
São Paulo, só em 1937 é efetivada sua
fundação, coincidindo com a instauração da ditadura do Estado Novo. Esse
surgimento sendo - fruto de uma tomada de consciência quanto a necessidade de
organizar, em caráter permanente e nacional, a atuação política dos jovens
brasileiros.
Desde então, uma história de participação nos
principais episódios políticos do Brasil tem decorrido, em campanhas aqui
exemplificadas: contra o Estado Novo (1942); contra o eixo e a favor dos
aliados (1943); - o petróleo é nosso (1947); contra a internacionalização da
Amazônia (1956/1958); pela criação de indústrias de base e reforma agrária
(1958); de oposição ao regime militar (1964-1989); a favor da anistia (1979);
-diretas já (1984); contra a dívida externa (1986); por uma universidade
pública e gratuita (1987); - fora Collor (1993), entre muitas outras,
demonstram como os estudantes foram se aproximando, cada vez mais, das lutas
populares. Tudo isso, apesar da repressão política, intensifica-se com o golpe
militar de 1964.
A Lei nº 4.464, de outubro de
1964, chamada Lei Suplicy de Lacerda, elimina a UNE como representação
nacional, limitando a representação estudantil ao âmbito de cada universidade.
O Decreto- Lei nº 252/67, em
seu Artigo 2 vetou a ação dos órgãos
estudantis em qualquer manifestação político-partidária, social ou religiosa,
bem como apoio a movimentos de grevistas e estudantes. Esse clima de controle,
ameaça e insegurança individual atingiu todas as atividades relacionadas ao
fazer educativo, principalmente com o conhecido Ato Institucional No5 (AI - 5)
que, em dezembro de 1968, retira do cidadão brasileiro todas as garantias
individuais, públicas ou privadas, institui plenos poderes ao Presidente da
República para atuar como Executivo e Legislativo. Ou ainda, com o Decreto-Lei
n. 477, de fevereiro de 1969, que proibia todo o corpo docente, discente e
administrativo das escolas a qualquer manifestação de caráter político ou de
contestação no interior das universidades. Entretanto, reconstruída em 1979, já
em setembro de 1980, mobiliza cerca de um milhão de estudantes, numa greve
geral de três dias, exigindo a anistia (ampla, geral e irrestrita) dos exilados
e presos políticos, e em 1981, 400 mil estudantes realizam greve nacional
diante da recusa do então Ministério da Educação e Cultura (MEC), em atender as
reivindicações propostas pelos estudantes. A consciência dos direitos
individuais vem acompanhada da certeza de que esses somente se conquistam numa
perspectiva social e solidária. Assim é que surgem as associações de bairro, os
grupos ecológicos, os sindicatos de trabalhadores, os grupos de defesa da
mulher e também as entidades estudantis - Diretórios Centrais, União Estadual,
Centros Acadêmicos, Executivas Nacionais - como órgãos representativos desse
setor social. E a UNE deixa de ter caráter unificador dos anseios da população,
para ser um órgão de atuação mais específica das escolas.
O movimento estudantil teve seu início na
Universidade UNIDERP desde sua fundação, havendo durante todos esses anos seus altos
e baixos. Atualmente estamos resgatando as bases para novamente atingirmos uma
grande participação acadêmica nas decisões da Instituição, nas participações
das decisões de políticas públicas, de realmente lutarmos pelos nossos direitos
e interesses, enfim, participarmos ativamente desse momento de construtivismo.
Considerando que o movimento estudantil já foi muito
mais forte em relação ao numero de aderentes, realizaremos trabalhos em todos
os cursos e para todas as áreas para só assim conseguirmos atrair o maior
numero de acadêmicos desejado; será um trabalho duro, mas acreditamos que
existem pessoas com força de vontade de fazer algo para melhor, algo que vai
mudar até você mesmo, será um crescimento intelectual, proporcionando o
espírito de liderança e a capacidade de discussão global.
O Diretório Central dos Estudantes entende que tendo
mais Centros Acadêmicos saberemos cada vez mais a necessidade atual de cada
curso, e com isso, atuaremos em conjunto para solucionar os problemas desta
Instituição.
Criaremos fóruns de discussões de vários temas para
não só melhorarmos nossa Universidade, mas influenciarmos nas decisões públicas
sobre temas de nosso interesse.
Queremos parceiros na luta e no trabalho pelo
movimento estudantil, pretendemos ampliar nossas bases e fazer desta
Instituição a melhor do Brasil; realizaremos campanhas sociais, campanhas
esportivas e pleitearemos em nosso município e também em
nosso Estado nosso espaço nos conselhos
municipais, regionais e estaduais para participar das decisões.
Atualmente devido a uma boa articulação de nossos
representantes fazemos parte dos três conselhos mais importantes de juventude,
conselho municipal onde temos um delegado; conselho estadual que também temos
um delegado; conselho nacional onde também temos um delegado para nos
representar.
Temos a absoluta certeza que com a ampliação de
nossas bases teremos mais força para reivindicar qualquer objetivo que temos em
vista, pois podemos construir um Brasil melhor, montando nosso próprio Centro
Acadêmico.
O
que a Universidade tem de base para o movimento estudantil?
Centros
Acadêmicos:
Presidentes:
1)
Centro Acadêmico de Direito
Antonio Neto Dutra 9982-6628
2)
Centro Acadêmico de Administração
Erique 8419-9522
3)
Centro Acadêmico de Nutrição
Vanessa
4)
Centro Acadêmico de Medicina Veterinária
Iandra Riquelme 9216-5853
5)
Centro Acadêmico de Medicina
Eduardo 9287-1498
6)
Centro Acadêmico de Pedagogia
Raquel 9245-9025
7)
Centro Acadêmico de Serviço Social
Francis
8)
Centro Acadêmico de Farmácia
Daniel 9297-6407
9)
Centro Acadêmico de Agronomia
Patrícia 9646-0612
10)
Centro Acadêmico de Jornalismo
Walter 9240.7121
11)
Centro Acadêmico de Arquitetura e Urb.
Thiago Gibo 9628-0955
12)
Centro Acadêmico de Fisioterapia
Joufre 9973-2967
13)
Centro Acadêmico de Publicidade e Propaganda
Luciano 9214-1530
14)
Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica
Lucas Bertolassi 8405-4391
15)
Centro Acadêmico de Enfermagem
Rafael Adorno
16)
Centro Acadêmico Engenharia Civil
João
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