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      DCE Uniderp     05   de Setembro de 2010
 
Para mudar o Brasil, Comece a Construir seu Centro Acadêmico

PARA MUDAR O BRASIL, COMECE CONSTUINDO SEU CENTRO ACADÊMICO

 

O Diretório Central dos Estudantes – DCE UNIDERP 2009 traz ao bojo desse projeto a importância da construção do movimento estudantil dentro de uma Instituição de Ensino.

O movimento estudantil, embora não seja considerado um movimento popular, dada a origem dos sujeitos envolvidos, que, nos primórdios desse movimento, pertenciam, em sua maioria, a chamada classe pequeno burguesa, é um movimento de caráter social e de massa.

É a expressão política das tensões que permeiam o sistema dependente como um todo e não apenas a expressão ideológica de uma classe ou visão de mundo. Em 1967, no Brasil, sob a conjuntura da ditadura militar, esse movimento inicia um processo de reorganização, como a única força não institucionalizada de oposição política.

A história mostra como esse movimento constitui força auxiliar do processo de transformação social ao polarizar as tensões que se desencadearam no núcleo do sistema dependente. O movimento estudantil é o produto social e a expressão política das tensões latentes e difusas na sociedade.

Sua ação histórica e sociológica tem sido a de absorver e radicalizar tais tensões. Sua grande capacidade de organização e arregimentação foi capaz de colocar cem mil pessoas na rua, quando da passeata dos cem mil, em 1968. Ademais, a histórica resistência da União Nacional dos Estudantes (UNE), como entidade representativa dos estudantes, é exemplar. Concebida, em 1910, no I Congresso Nacional de Estudantes, em São Paulo, só em 1937 é efetivada sua fundação, coincidindo com a instauração da ditadura do Estado Novo. Esse surgimento sendo - fruto de uma tomada de consciência quanto a necessidade de organizar, em caráter permanente e nacional, a atuação política dos jovens brasileiros.

Desde então, uma história de participação nos principais episódios políticos do Brasil tem decorrido, em campanhas aqui exemplificadas: contra o Estado Novo (1942); contra o eixo e a favor dos aliados (1943); - o petróleo é nosso (1947); contra a internacionalização da Amazônia (1956/1958); pela criação de indústrias de base e reforma agrária (1958); de oposição ao regime militar (1964-1989); a favor da anistia (1979); -diretas já (1984); contra a dívida externa (1986); por uma universidade pública e gratuita (1987); - fora Collor (1993), entre muitas outras, demonstram como os estudantes foram se aproximando, cada vez mais, das lutas populares. Tudo isso, apesar da repressão política, intensifica-se com o golpe militar de 1964. A Lei nº 4.464, de outubro de 1964, chamada Lei Suplicy de Lacerda, elimina a UNE como representação nacional, limitando a representação estudantil ao âmbito de cada universidade. O Decreto- Lei nº 252/67, em seu Artigo 2 vetou a ação dos órgãos estudantis em qualquer manifestação político-partidária, social ou religiosa, bem como apoio a movimentos de grevistas e estudantes. Esse clima de controle, ameaça e insegurança individual atingiu todas as atividades relacionadas ao fazer educativo, principalmente com o conhecido Ato Institucional No5 (AI - 5) que, em dezembro de 1968, retira do cidadão brasileiro todas as garantias individuais, públicas ou privadas, institui plenos poderes ao Presidente da República para atuar como Executivo e Legislativo. Ou ainda, com o Decreto-Lei n. 477, de fevereiro de 1969, que proibia todo o corpo docente, discente e administrativo das escolas a qualquer manifestação de caráter político ou de contestação no interior das universidades. Entretanto, reconstruída em 1979, já em setembro de 1980, mobiliza cerca de um milhão de estudantes, numa greve geral de três dias, exigindo a anistia (ampla, geral e irrestrita) dos exilados e presos políticos, e em 1981, 400 mil estudantes realizam greve nacional diante da recusa do então Ministério da Educação e Cultura (MEC), em atender as reivindicações propostas pelos estudantes. A consciência dos direitos individuais vem acompanhada da certeza de que esses somente se conquistam numa perspectiva social e solidária. Assim é que surgem as associações de bairro, os grupos ecológicos, os sindicatos de trabalhadores, os grupos de defesa da mulher e também as entidades estudantis - Diretórios Centrais, União Estadual, Centros Acadêmicos, Executivas Nacionais - como órgãos representativos desse setor social. E a UNE deixa de ter caráter unificador dos anseios da população, para ser um órgão de atuação mais específica das escolas.

O movimento estudantil teve seu início na Universidade UNIDERP desde sua fundação, havendo durante todos esses anos seus altos e baixos. Atualmente estamos resgatando as bases para novamente atingirmos uma grande participação acadêmica nas decisões da Instituição, nas participações das decisões de políticas públicas, de realmente lutarmos pelos nossos direitos e interesses, enfim, participarmos ativamente desse momento de construtivismo.

Considerando que o movimento estudantil já foi muito mais forte em relação ao numero de aderentes, realizaremos trabalhos em todos os cursos e para todas as áreas para só assim conseguirmos atrair o maior numero de acadêmicos desejado; será um trabalho duro, mas acreditamos que existem pessoas com força de vontade de fazer algo para melhor, algo que vai mudar até você mesmo, será um crescimento intelectual, proporcionando o espírito de liderança e a capacidade de discussão global.

O Diretório Central dos Estudantes entende que tendo mais Centros Acadêmicos saberemos cada vez mais a necessidade atual de cada curso, e com isso, atuaremos em conjunto para solucionar os problemas desta Instituição.

Criaremos fóruns de discussões de vários temas para não só melhorarmos nossa Universidade, mas influenciarmos nas decisões públicas sobre temas de nosso interesse.

Queremos parceiros na luta e no trabalho pelo movimento estudantil, pretendemos ampliar nossas bases e fazer desta Instituição a melhor do Brasil; realizaremos campanhas sociais, campanhas esportivas e pleitearemos em nosso município e também em nosso Estado nosso espaço nos conselhos municipais, regionais e estaduais para participar das decisões.

Atualmente devido a uma boa articulação de nossos representantes fazemos parte dos três conselhos mais importantes de juventude, conselho municipal onde temos um delegado; conselho estadual que também temos um delegado; conselho nacional onde também temos um delegado para nos representar.

Temos a absoluta certeza que com a ampliação de nossas bases teremos mais força para reivindicar qualquer objetivo que temos em vista, pois podemos construir um Brasil melhor, montando nosso próprio Centro Acadêmico.

 

 

 

 

O que a Universidade tem de base para o movimento estudantil?

 

 

Centros Acadêmicos:

 

Presidentes:

 

1) Centro Acadêmico de Direito

Antonio Neto Dutra                   9982-6628

 

2) Centro Acadêmico de Administração

Erique                                       8419-9522

 

3) Centro Acadêmico de Nutrição

Vanessa                                  

 

4) Centro Acadêmico de Medicina Veterinária

Iandra Riquelme                        9216-5853

 

5) Centro Acadêmico de Medicina

Eduardo                                   9287-1498

 

6) Centro Acadêmico de Pedagogia

Raquel                                     9245-9025

 

7) Centro Acadêmico de Serviço Social

Francis

 

8) Centro Acadêmico de Farmácia

Daniel                                      9297-6407

 

9) Centro Acadêmico de Agronomia

Patrícia                                     9646-0612

 

10) Centro Acadêmico de Jornalismo

Walter                                       9240.7121

 

11) Centro Acadêmico de Arquitetura e Urb.

Thiago Gibo                             9628-0955

 

12) Centro Acadêmico de Fisioterapia

Joufre                                      9973-2967

 

13) Centro Acadêmico de Publicidade e Propaganda

Luciano                                    9214-1530

 

14) Centro Acadêmico de Engenharia Elétrica

Lucas Bertolassi                        8405-4391

 

15) Centro Acadêmico de Enfermagem

Rafael Adorno

 

16) Centro Acadêmico Engenharia Civil

João

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